domingo, 16 de outubro de 2011

Posso colocar algo entre a cabeça e a suspensão, entre o casco do capacete e a suspensão ou sobre o capacete?

Uso de materiais entre a cabeça e a suspensão:Um lenço de cabeça ou uma bandana não devem afetar as propriedades de absorção de impacto do capacete, desde que esteja bem acomodado no alto da cabeça. O cuidado deve ser tomado a fim de evitar acúmulo de material entre a suspensão e a cabeça, o que poderia causar pontos da pressão e afetar o desempenho do capacete e conseguinte capacidade de absorção de energia proveniente do impacto, caso ele exista. Para assegurar o melhor ajuste possível, uma suspensão catraca com ou sem jugular devem ser usados.Uso de materiais entre a suspensão e o casco do capacete.

Itens como luvas, maços de cigarros, bonés ou chapéus NUNCA devem ser colocados entre a suspensão e o casco. Este espaço é necessário quando o casco e a suspensão absorvem a energia proveniente do impacto. Os objetos neste local podem transmitir a força para a cabeça e o pescoço, resultando em sérios danos ou a morte. Com relação ao C.A., o teste de aprovação para o mesmo não contempla nenhuma situação com objetos entre a cabeça e o capacete.Uso de materiais sobre o capacete.

• Não se utilize nenhum material que possa reagir com o material do capacete, com estampas que possam desbotar e contaminar o EPI;
• Não se utilize nada que possa interferir no ajuste do capacete;
• Não se utilize nenhuma material que aumente significativamente a massa do EPI ou que desbalanceie o mesmo.

Importante salientar que uma das características fundamentais do capacete é que se trata de um produto com centro de massa bem definido e que “não cansa” o pescoço do usuário.
Não utilize nenhum material que possa enroscar, furar e/ou danificar capacete.
Fonte: msanet.com.br
 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Relatório aponta impactos em construção de porto na BA

Seis meses depois de promover a mudança do local do projeto do Porto Sul, obra de infraestrutura logística a ser construída em Ilhéus, no litoral sul baiano, por pressão de entidades de defesa do meio ambiente, o governo da Bahia apresentou na manhã de hoje o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) do projeto.

O documento, elaborado pelas empresas Hydros Engenharia e Planejamento Ltda e Orienta Consultoria, Engenharia e Negócios Ltda, a pedido do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), apontou que o projeto vai causar uma série de impactos ambientais e socioeconômicos, mesmo depois da mudança do projeto da Ponta do Tulha, área de proteção ambiental, para a Aritaguá.

O relatório lista 29 impactos negativos ao ambiente físico da região, 36 ao bioma e 19 ao ambiente socioeconômico da área - ante zero impacto ambiental, dois ao bioma e 12 socioeconômicos positivos. Entre os impactos negativos que mais chamam a atenção no projeto, que prevê a interligação entre a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) a rodovias e a um aeroporto internacional, estão a necessidade de reassentamento de comunidades da região (cerca de 4 mil pessoas, a maioria formada por pequenos agricultores), a previsão de morte de peixes e a possibilidade de colisões de navios com mamíferos marinhos, muito frequentes na área, além de alterações na movimentação de leitos de rios e de sedimentos costeiros - o que pode alterar a configuração das praias e manguezais da região.

Entre os positivos, a criação de empregos - 2 mil postos de trabalho diretos, durante a construção da obra, além de cerca de 6 mil indiretos - e a possibilidade de transformar a região em polo logístico nacional, aumentando a arrecadação de impostos do Estado. "O relatório mostra o que temos dito, que o projeto tem muito mais impactos negativos do que positivos - e impressiona a desproporção entre os dois lados", avalia o presidente ONG Floresta Viva, Rui Barbosa Rocha.

"Nosso desafio é esclarecer a população sobre o que é, de fato, o projeto", diz o ambientalista. "Não é um investimento que beneficie a Bahia como um todo, mas a apenas um setor - a indústria de extração de minério de ferro -, e tem impactos negativos sobre diversos outros, como o turismo, a pesca, a produção de cacau, entre outros".

Para o governo, porém, a maioria dos impactos negativos podem ser atenuados por meio de ações compensatórias, e os custos ambientais e sociais do projeto, orçado em R$ 2,4 bilhões, são justificados pelos benefícios. A administração pública espera dar início às obras ainda no ano que vem.

"Estamos preparando um equipamento com potencial de utilização pelos próximos 50 anos", afirma a secretária da Casa Civil, Eva Chiavon, que comandou a apresentação do relatório. "A nova logística, além de facilitar o escoamento da produção mineral e de grãos do Estado, vai permitir a atração de mais indústrias para a região e a chegada de mais políticas públicas para as comunidades".

O ex-deputado e consultor ambiental Fabio Feldmann, que vem acompanhando as discussões sobre o Porto Sul desde o princípio, avalia que projeto não é viável. "Sendo bastante sincero, não acredito na implantação do Porto Sul", diz. "O investimento é muito grande e os impactos também, para pouco benefício". Uma nova audiência pública sobre a construção do Porto Sul está agendada para o dia 29, em Ilhéus. Nos dias 27 e 28, entidades contrárias à construção do terminal preparam uma série de ações, com a participação de integrantes de comunidades diretamente atingidas pelo projeto.
FONTE: atardeonline.com.br

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Tartarugas aparecem mortas na Praia Grande (SP)


Onze tartarugas apareceram mortas na região de Praia Grande, no litoral paulista, entre o último domingo e hoje. Entre elas, havia 10 tartarugas verdes e uma tartaruga-de-pente. Segundo a veterinária Andrea Maranho, do Grupo de Resgate e Reabilitação de Animais Marinhos (Gremar), parte das tartarugas morreu por ingestão de lixo, uma delas foi atropelada por uma embarcação e outra foi afogada por causa da atividade pesqueira.

Somente este ano, 134 ocorrências com tartarugas já foram registradas, número elevado para o período. Os problemas acontecem principalmente por causa do lixo ingerido acidentalmente pelos animais e por sua captura em redes de pesca. Esta semana também foi encontrado um pinguim no Guarujá, mas ele se encontrava em bom estado de saúde.
FONTE: atardeonline.com.br

Site reúne notícias sobre concursos na área trabalhista

Publicação diária de informações sobre concursos públicos. Essa é a característica da nova página de notícias do site do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), lançado nesta segunda-feira, 3. A página oferece links de acesso aos editais de concursos oferecidos pelos Tribunais Regionais do Trabalho e pelo Tribunal Superior do Trabalho.

Os interessados poderão pesquisar os locais do concurso por regiões do país, pois os links de acesso foram inseridos sob um mapa do Brasil. Para isso, basta que o profissional clique sobre o estado de interesse.

A página, apesar de ter sido lançada só agora, foi criada em março deste ano, produzida pelas Assessorias de Comunicação Social, Gestão de Pessoas e Gestão Documental do CSJT. As notícias publicadas são redigidas pelas Assessorias de Comunicação Social dos Tribunais.
FONTE: atardeonline.com.br

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